Show de Vizinha - Capitulo 16

Capitulo Dezesseis
– Tudo bem, Tânia? – perguntei preocupado e percebi que ela olhava para um lugar, segui seu olhar e arregalei os olhos ao ver Bella me encarando furiosa.
PQP!
– O que ela faz aqui? – ouvi a voz de Tânia e lembrei como ela conhecia Bella. Nosso pequeno encontro no clube veio a minha mente e gemi internamente.
– É a bibliotecária. – falei baixo e Tânia se virou pra mim chocada.
– Oh! – antes que falássemos mais ouvi passos se aproximando e ambos olhamos pra frente e Bella vinha em nossa direção.
– Olá. – Tânia corou e esfregou as mãos nervosamente, suspirei e fui até Bella.
– Oi.
– Já quer ir? Eu te levo. – ela ofereceu dando uns olhares mortais a Tânia que parecia ansiosa. Cocei a nuca e olhei receoso para Bella.
– Bem, eu tenho que fazer um trabalho com Tânia. – apontei para ela e Bella bufou. E me deu um olhar de aviso e foi embora.
Suspirei e pensei em ir atrás dela, mais realmente tinha medo dela me matar. Mais se eu não fosse eu podia perdê-la. Olhei para Tânia e tentei sorrir.
– Podemos nos encontrar na minha casa as 4? – ela mordeu o lábio.
– Claro. – agradeci, isso me daria uma hora pra falar com Bella.
Sai correndo e vi seu carro saindo do estacionamento, corri até ele e fiquei bem na frente, ela freio bruscamente e coloquei as mãos no capo, minhas pernas tremulas.
– Edward? – respirei fundo e corri até a porta do carona e entrei apressado.
– Oi.
– Não ia fazer um trabalho com sua amiguinha? – falou irritada e sorri.
– Eu vou. Mais antes eu precisava acalmar minha namorada. – ela sorriu e começou a dirigir.
– Quanto tempo temos até ela chegar?
– Combinei as 4 na minha casa. – ela sorriu maliciosa e meteu o pé no acelerador.
Coloquei o cinto rapidamente e minhas mãos cravaram no banco. Bella rolou os olhos e dirigiu rapidamente.
Assim que chegamos e sai do carro ela agarrou minha camisa e me puxou para sua casa. Mal fechou a porta me prensou contra a porta e me beijou.
Suspirei de olhos fechados, enquanto sua língua invadia minha boca com urgência, a abracei apertado, e senti suas mãos descendo pelo meu corpo e desabotoando meu jeans.
– Bella... – chamei ofegante separando nossos lábios, mais ela me ignorou e começou a se abaixar levantando minha camisa e empurrando para fora, levantei os braços para ajudá-la, e logo sua boca estava em meu peito. Lambendo e chupando minha pele, sua língua rodeou meu peito e suspirei acariciando seus cabelos.
Ela voltou a descer os lábios enquanto abaixava minhas calças juntos com a cueca, seus dedos me rodearam e gemi entre dentes.
– Bella...
– Só quero dar um beijinho, gatinho. – falou manhosa e bati a cabeça contra a porta, ela beijou a cabeçinha e meu pau já estava alerta.
Sua língua rodeou a glande, a chupando em seguida. Gemi alto e acaricie seu cabelo novamente, ela voltou a beijá-lo e dando pequenas linguadas em meu cumprimento, suas mãos seguravam a base e a outra massageava as bolas.
– PQP! – gemi baixo e ela riu baixinho, soprou meu pau e o engoliu, quase gritei quando senti sua boca quente em volta do meu membro.
Se ela continuasse assim eu iria gozar rapidinho.
– Bella. – chamei em um gemido, ela olhou pra cima sem me tirar da boca e gemi novamente.
– Amor, eu vou gozar. Vem aqui, vem. – ela sorriu maliciosa e deu uma chupada longa e saiu e ficou de pé.
Estiquei os braços e ela negou, começou a andar de costas e tirar as roupas pelo caminhos. Suspirei vendo seus seios nus, e sua linda bocetinha a mostra.
– Vem me pegar, gatinho. – falou mordendo os lábios e gemi e fui até ela.
Quando cheguei perto o suficiente ela não me deixou tocá-la, me empurrou para o sofá e subiu em cima de mim. Levei a mão aos seus seios e brinquei com os mamilos durinhos.
– Hmmm... – ela gemeu e levou a mão ao meu pau e o guiou para sua entrada, deslizei fácil em seu núcleo úmido e quente como um vulcão.
– Deus, Bella.
Ambos gememos quando ficamos completamente unidos. Ela apoiou as mãos em meu peito e começou a rebolar sobre mim.
Minha respiração estava vindo em arfadas, continuei brincando com seus biquinhos e ela começou a subir e descer sobre mim.
Meu pau pulsava e seu núcleo me apertava forte. Estávamos no limite. Levei os dedos para seu clitóris e o pressionei, ela gemeu alto e senti seus sexo se contrair ao redor do meu.
Meu pau pulsou fortemente e agarrei seus quadris, movendo seu corpo mais rápido pra cima e pra baixo. Meu gozo veio rápido e senti o dela molhando meu pau.
Ela caiu mole sobre mim e me abraçou apertado. Beijei seus cabelos e ficamos deitados alguns minutos. Ela saiu de cima de mim, e deslizei fora de seu interior.
– O que foi isso? – perguntei com um sorriso idiota e ela riu.
– Só marcando meu território. – piscou pra mim e caminhou para pegar as roupas no chão.
Fiquei admirando sua bunda linda, e antes que eu pensasse em mais alguma coisa ela me jogou minhas roupas.
– Hey.
– Você não tem um trabalho pra fazer? – olhei no relógio na parede.
– Merda! – me vesti rapidamente e Bella vestiu sua calçinha, mais continuou com os seios nus a mostra.
Gemi tentando evitar olhá-la, mais vi que ela sorria maliciosa. Safada. Terminei de me vestir e fui até ela, e dei um beijo rápido.
– Você é má. – resmunguei contra seus lábios.
– Se você for rapidinho. Eu posso estar assim te esperando. – ela falou ao se afastar e mordeu o lábio.
– PQP! Muito má. – resmunguei e sai porta fora.
Corri para minha casa, cheirando a Bella. Só espera que minha mãe não percebesse. Olhei para os lados e pensei em me rastejar até minha casa.
Mais lembrei que minha mãe já sabia, então todo confiante, sai andando pela rua.
Acabou os momentos missão impossível, e as subidas nas arvores, o mato no cabelo e os futuro arranhões. Talvez eu nem precisasse mais fugir pro México.
O que é uma pena. Por que eu realmente queria ir pro México. Se eu já não estivesse esperando o carro de presente de aniversario. Eu pediria uma viajem para o México.
Ou poderia ir na formatura.
Sim, o Ramirez disse que eu podia ficar com ele. Ele me mostraria os pontos turísticos. Bella até podia ir comigo...
– Edward. – ouvi alguém chamar e notei a mulher pequena e loira. Corei um pouco e abaixei a cabeça.
– Olá Sra. Black. Como está sua mãe? – falei constrangido e ela sorriu.
– Me chame Jane querido. – sorri sem graça e corri a ajudá-la a tirar a mala do carro.
– Eu ajudo.
– Você é um doce. Você viu Jake?
– Não. – falei em um sussurro e ela suspirou.
– Ele disse que estaria em casa. E eu já liguei mais ele não atende.
– Deve estar cochilando. – falei dando de ombros e andando até a casa.
– Sabe de quem é esse carro? – ela apontou para um carro azul estacionado em frente a garagem.
– Deve ser do Sr. Paul. – chutei e ela arqueou uma sobrancelha.
– Paul? – me arrependi de ter dito. Ela olhou desconfiada para a casa e carreguei a mala até a porta.
Será que o Sr. Black estava com o amante. Eu devia impedir fazer alguma coisa. Suspirando e pensando que Deus tava me devendo essa eu gritei assim que ela abriu a porta.
– COMO FOI A VIAGEM SRA. BLACK.
– Por Deus, por que grita.
– NADA DE MAIS. ENTÃO SRA. BLACK, COMO FOI TUDO LÁ SRA. BLACK. – ela me olhou como se eu fosse louco e suspirei. Mais acabei sorrindo quando o Sr. Black desceu afobado as escadas.
– Jane amor. – ele me olhou de esguelha, e abraçou ela.
– Eu já vou. – falei saindo dali rapidamente.
Viu Deus, eu mereço aquele carro. Eu sou super generoso. Salvei o Sr. Black de apanhar, e a Sra. Black de ficar traumatizada.
Bella vai ficar orgulhosa de mim.
Enfim fui pra casa e ao entrar ouvi risadas. Segui o som e Tânia estava no sofá ao lado de minha mãe e as duas rindo e conversando.
– Olá.
– Bebê. – gritou minha mãe e percebi que tinha algo no colo dela, arregalei os olhos quando vi meu álbum de quando eu era bebê. Corri até lá e tirei das mãos dela.
– Mãe!
– O que?
– Eu não te proibi de mostrar esse álbum. – acusei e ela suspirou.
– Mais Edward, não foi de propósito. Eu estava aqui vendo ele quando sua adorável amiguinha chegou.
– Por que estava vendo essa coisa velha? – resmunguei e ela ficou com os olhos marejados.
– Estava relembrando a época em que era meu bebê. Puro e inocente, e não um perdido no mundo das drogas.
– Você se droga? – perguntou Tânia alarmada e bufei.
Lá vamos nos de novo.
[...]
Já era tarde quando Tânia saiu de casa.
Na verdade acabamos o trabalho cedo, mais por causa da minha mãe que a convidou a jantar. Perdi o resto da tarde e não deu pra ficar com Bella.
Mais assim que Tânia saiu eu corri para o meu quarto e peguei umas roupas jogando na mochila e meus cadernos. Ia sair pela janela de novo.
Dessa vez eu ia tomar cuidado, e chegaria na casa de Bella inteiro. Esperava que sim. Sentei na beirada na janela já me preparando pra soltar quando ouvi.
– Humrum. – virei e vi minha mãe me olhando brava e meu pai com uma careta.
– Não deu para segurá-la soldado. – suspirei e sai da janela.
– Tudo Bem comandante. – ele sorriu e ela nos olhou como se fossemos loucos.
– Você também Carl?
– Eu o que?
– Está usando drogas.
– Esme! – ele bufou.
– Tudo bem querido. Depois resolvemos o seu problema. Eu tenho um potinho extra. – não deu pra segurar, eu gargalhei da cara de choque do meu pai. Ele me olhou serio.
– Sim, quando eu for usar, você usa o seu filhão. – fiz um bico e me sentei na cama.
– Então, o que foi?
– Nos precisamos conversar Edward. – ela falou serio e suspirei.
– Se for ofender Bella....
– Não. Eu só não quero você fugindo no meio da noite.
– Ok. Então o que quer?
– Bem eu conversei com seu pai, e vou aceitar seu namoro.
– Mesmo?
– Sim. Sei que Bella é uma boa moça. Eu só estava um pouco irritada. Meu bebê já é um homem, e isso assusta uma mãe. – sorri.
– Tudo bem mãe. – ela segurou a mão do meu pai e sorriu pra mim.
– Então gostaríamos que convidasse Bella para jantar amanhã.
– OK.
– E teremos uma conversa seria. Nos quatro. – arquei uma sobrancelha.
– E o que consistira essa conversa? – ela sorriu mais amplamente.
– Temos que resolver quando vocês vão casar.
Continua

2 comentários :

Hummm interessante

Anônimo
17 de maio de 2014 10:26 comment-delete

Então né moça, seria legal se VC respondesse quando irá atualizar

Anônimo
19 de fevereiro de 2016 23:23 comment-delete

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